quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Espelho fissurado

Por ser invulgar conquistei sua amizade e respeito;


Ultrapassei barreiras...



Passei a fazer parte da tua vida, porém me tornei perigoso e precisava ser detido.


Por quê?



Teu credo religioso diz que sou inferior, indigno do seu...



Era uma vez um muro invisível, é agora um preconceito nítido.



Não te julgo por isso;



Mas a lágrima desce...



Ontem sonhei que estava pra cair num abismo;



Pedi tua ajuda, mas você não podia me tocar, porém clamou e orou sem parar.



Atormentado acordei sem um desfecho para minha história;



Contudo, um pensamento me consumia, o que dizer para um filho, que passe pela mesma provação na vida.(Paulo Ribeiro)



Chegou Windows 7. Agora com exibição de redes sem fio. Conheça.

3 comentários:

Anônimo disse...

Nossa, que poesia angustiante, até eu fiquei confusa com ela.
Muito estranha...Ao mesmo tempo parece que o sonho realmente aconteceu. Sinistro.

Paulo Ribeiro disse...

O sonho realmente é estranho como a maioria dos sonhos, mas ele simboliza a dificuldade de um sono tranquilo, apos ser discriminado por alguém que tinhamos em alta conta.Ser discriminado por um desconhecido é horrivel, mas por um conhecido é dez vezes mais.

Priscilla Guilles disse...

:)Que forte! Li, me propus a reler e me peguei por alguns segundos pensando...um estranhamento ocorreu!

Sonho ou pesadelo??!!!
Sonho ou realidade??!!!

Acho, apenas acho que nos vi nesse sonho, pesadelo, sei lá...


É...acho que são esses incognitas que tornam os poetas uns "loucos". Um dia aprendi que os loucos são aqueles que conseguem retratar a realidade de forma subjetiva e que no fundo são os que mais conseguem dizer "as verdades".

:)